E assim dizia Lulu Santos: Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia.
Por que me preocupo tanto com o passado? Ou com o futuro?
Por que mesmo eu falando o clichê ''Carpe Diem'' eu não aproveito o dia, o presente?
Talvez eu ainda esteja com o que deu errado, no passado, na minha cabeça... ainda esteja não. Não mais. Agora, as 19h39 de um domingo de setembro, eu declaro que deixei. Deixei o passado no passado. O tempo tá passando e eu tenho que curtir o que estou vivendo. Como uma amiga disse ''nada a ver, isso é passado''. ISSO É PASSADO!
Agora quero me sentir mais assim, quero me sentir infinita. Quero tomar chuva como hoje e não ligar pra o meu cabelo que está feio, quero rir mais com meus amigos, quero ouvir mais pessoas falando ''você é doida''.... e eu quero viver! O presente! O agora.
Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. Quem sabe dê tudo errado, ou quem sabe o errado seja certo pra mim. Mas não saberei o que será se não viver. Se não deixar rolar... se não me entregar pra vida. Não dá pra viver pensando no ''quem sabe'', então, a gente joga fora o ''quem sabe'' e vamos em busca daquilo que nos faz bem, sem se preocupar se vai dar certo ou errado, se ''quem sabe'' isso seja bom ou ruim.
WE ARE INFINITY
There's an end to infinity
domingo, 13 de setembro de 2015
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Independer
Significado de Independer:
Independer (in+depender) vti Não depender. Ex.: Isso independe de regulamentos.Bom, vim aqui hoje porque precisava escrever sobre o meu não gostar de depender de alguém. Tenho apenas 16 anos, mas sei bem que quando ficar mais velha, sem duvidas, quero ser livre e independente. Eu já venho a um tempo me estressando quando quero ir a algum lugar e tenho que falar com algum amigo, ou alguém da família para sei lá, me acompanhar em algum evento. Mas chega. Chega de depender das pessoas. Eu tenho minhas vontades e acho que sou boa o suficiente para tentar me virar sozinha.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Uma manhã vazia
Acordo cedo e
me deparo com aquilo que eu sempre temi sentir: o amor. E bate um desespero em
pensar como esse sentimento pode ser destruidor.
Ou aliás, como eu acordei destruída por isso! É tão estranho o que uma pessoa
(ou um sentimento) pode fazer com você, com seu humor, com seus sentidos...
Eu sou realmente muito neurótica. Mas quem sabe além da
neurose seja medo. Medo do que eu estou sentindo (afinal,
nunca senti isso antes) e medo que isso dê tudo errado. Tudo se
resume a medo. Medo.
Paro, penso, e tento escrever. Acho que
isso ajuda a me tranquilizar.
No caso do medo, eu realmente não sei o que
posso fazer. Talvez tudo fique mais claro no final. Ou em breve, eu espero.
E no caso do amor, o amor é o sentimento mais
complicado que existe.
Eu
penso, escrevo, apago, penso, sinto.
Eu sou só uma pessoa sensível e insegura que não achou
porquê ou por quem lutar. Por quem chorar. Por quem amar. Todos nós, reféns do
amor sobrevivemos nesse mundo, andando em busca daquilo que todo mundo quer ter
nas mãos. Mas aquilo que você quer, preso numa gaiola, não pode e nunca poderá
estar assim.
O amor vive solto, sem você perceber, em toda esquina de
ruas, de Avenidas...da vida.
domingo, 4 de janeiro de 2015
the first of the year
Saudações!
Primeiro post do ano e trouxe uma coisa que está me enchendo de alegria nas férias: meus seriados preferidos.
Vou fazer um post com cada um deles, mas hoje estou aqui para falar de Supernatural.
Começando já com um clássico!
Para quem não sabe, Supernatural é uma serie de televisão americana de suspense criada por Eric Kripke (agradeço muito, Eric!) e produzida pela Warner Bros. A história gira em torno de dois irmãos, Sam e Dean Winchester, com Jared Padalecki como Sam e meu grande e eterno amor, Jensen Ackles como Dean, que caçam demônios, fantasmas, monstros e mais mil e uma criaturas sobrenaturais.
Mas além de excelentes atores, os caras são muito engraçados e fazem muitas palhaçadas entre as gravações. Não tem como não amar! Quem não assiste, comece a assistir, mesmo já estando na décima temporada, nunca é tarde para dar uma boa gargalhada e acompanhar as aventuras dos Winchesters.
Eu separei videos que comprovam o ''Não tem como não amar!'' que eu falei ali em cima:
Esse primeiro vídeo, é o meu amor, Jensen cantando Carry on My Wayward Son (musica do Kansas) que além de ser um clássico, é a musica da trilha sonora de todos as temporadas, já que ela toca em todo ultimo episodio de cada temporada. A emoção de todo mundo cantando ♥
Ps.: Como podem perceber, esse vídeo foi provavelmente de uma fã (alguém da plateia)
e não tá na melhor qualidade, mas mesmo assim, é o suficiente pra ver que o Jensen é demais (e muito engraçado!!!).
Carry on my wayward son
there'll be peace when you are done
Lay your weary head to rest
don't you cry no more ♪♫
Esse daqui é o Jensen falando português, uma frase curta, mas sem duvida nenhuma, um motivo a mais para as fãs brasileiras ''pirarem''. Eu queria muito estar no lugar da menina brasileira (que não dá pra ver), aliás, qual fã não queria? hahah
e o ultimo vídeo: erros de gravação hilários!
Como não amar?
Eu amo demais supernatural e espero que tenham gostado do post,
até mais, marujos!
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
A incrível exposição de Ron Mueck
Saudações marujos,
quinta-feira, dia 04, fui na exposição que está rolando do australiano Ron Mueck aqui em São Paulo.
A exposição é maravilhosa, eu que amo artes, foi um prazer e tanto vê aquilo tudo. Não conhecia o Mueck, mas agora vou segui-lo até a morte (rsrs).
Ganhamos um folheto, explicando cada escultura e vou copiar uma parte aqui com explicação do Mueck e o trabalho dele:
"Ron Mueck é conhecido por suas esculturas, algumas delas monumentais, de figuras humanas extremamente parecidas com a realidade, capazes de iludir o observador. Filho de uma família alemã de fabricantes de brinquedors, o artista desde criança conviveu com técnicas de criação e animação de bonecos, mas nunca teve a formação artística tradicional. (...) Começou a se dedicar mais à produção artística na década de 1990 (...)''
Drift, 2009 (À Deriva)
Reparem na semelhança que a escultura tem com o ser humano.
(eu o vi se mexendo, sério!)
Mask II, 2001,2002 (Máscara II)
Esse é o próprio Ron Mueck. Se esse cara é demais? obvio.
Observem os poros, a barba, as rugas, o formato da boca. Tudo parece real.
Woman With Shopping, 2013 (Mulher Com As Compras)
Agora já não falamos da semelhança da escultura com o homem, mas da expressão dessa mulher. Do que ela nos passa. Não há a idealização de amor materno que costumamos ver.
(ela está com uma cara de acabada, não é mesmo?)
Young Couple, 2013 (Jovem Casal)
Uma das esculturas que mais gostei. Nos mostra que o ângulo (ou a aparência) que vemos nem sempre é o verdadeiro ou o único. De frente eles parecem tranquilos, não estão felizes, mas também não mostram raiva ou coisa do tipo.
"A aparente tranquilidade do casal parece ser desmentida pelo gesto que se vê às costas (...) esse gesto parece ser flagrado por nós, surpreendendo a intimidade da relação (...)''.
Couple Under An Umbrella, 2013 (Casal Debaixo Do Guarda-sol)
"A escala desta escultura nos faz sentir pequenos e, ao mesmo tempo, nos assombra pela aparente humanidade do casal.''
Vocês acham que o casal está feliz?
Umas coisas que percebi: o marido não está usando aliança (a mulher está),e o o modo que ele está segurando a sua própria mulher, parece ser algo agressivo.
Woman With Sticks, 2009 (Mulher Com Galhos)
Dependendo do ângulo que vemos, parece que ela está nos encarando! (INCRÍVEL!!!!)
E nesse sentido, esta escultura se difere das obras de Mueck, pois em geral elas são solitárias e tal.
Man In A Boat, 2002 (Homem Em Um Barco)
Essa foi a que mais gostei. Gostei porque essa escultura sou eu, eu me sinto assim, não sei se preocupada, mas insegura.
Como percebemos, a escultura do homem é menor que o barco (o barco tem tamanho normal) e a expressão que esse ''cara'' tem de preocupado com seja lá o que for que vem pela frente, é inexplicável.
"Podemos ainda pensar no barco como uma metáfora da vida, na qual estamos muitas vezes preocupados com nosso futuro, embora só nos reste observar e aguardar novos momentos de decisão.''
Adoro essa frase (tem no panfleto que a gente ganhou).
Youth, 2009 (Juventude)
''Em juventude, o gesto da figura nos confronta com uma tensão explicita, a memoria de uma violência física recente que é a ferida sangrando de um jovem negro (...)''
''A cor da pele do jovem, unica figura negra da exposição, influencia a sua interpretação da obra?''
Still Life, 2009 (Natureza Morta)
O frango (rsrsrs). A unica coisa que ficou para mim dessa escultura foi o casa da natureza morta. E é claro, a textura da pele desse animal, o corte que provavelmente tirou sua vida, etc.
Bom, só mais uma coisa, para quem não sabe, essas obras são hiperrealista:
''Hiperrealismo é um gênero de pintura e escultura que tem um efeito semelhante ao da fotografia de alta resolução.''
Até mais marujos.
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